Desidratação: complicações em curto prazo

Clicado por: Paolo Longo

Clicado por: Paolo Longo

Você já deve ter ouvido falar naquela história de que o corpo humano pode ficar muitos dias sem alimento, mas que, sem água, ele não passa de uma semana. De fato, nosso organismo é uma máquina, e a água, assim como o oxigênio, é seu principal combustível.

Os primeiros sintomas de que o corpo está (literalmente) pedindo água vão além da sede: boca seca, fadiga muscular, palidez, tonturas, urina escura e dor de cabeça são alguns deles. Você certamente já teve uma pequena amostra disso após uma noite bebendo álcool. Nesse caso, ingerir bastante água durante a ressaca costuma resolver completamente o problema em algumas horas.

Porém, um corpo desidratado frequentemente ou por longos períodos pode ser sinal de algo mais grave, causando um desequilíbrio entre as substâncias no sangue: “A desidratação severa é caso de emergência médica e seu tratamento exige reposição de líquidos com eletrólitos. Só com água não é possível reverter o quadro”, aponta a nutricionista Fernanda Bortolon, de Porto Alegre.

Clicado por: Nial Bradshaw

Clicado por: Nial Bradshaw

Em longo prazo, explica a profissional, a desidratação severa leva a vários problemas, como danos no fígado, alterações renais, hipotensão, frequência cardíaca alta, pulso fraco, pés e mãos frios, confusão mental e perda de consciência e até à morte.

Uma desidratação pontual, porém, pode ser revertida: “O importante é ficar atento às causas que levaram o individuo à desidratação, que podem ser em função de patologias crônicas como diabetes não controlado, insuficiência cardíaca ou doença renal”, alerta Fernanda.

Hidratar-se é importante. Logo, siga a recomendação: dois litros de água por dia mantêm seu organismo funcionando numa boa.

Água é vida! ;)

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